Aug 7, 2006


Não sei quantas almas tenho. Cada momento mudei. Continuamente me estranho. Nunca me vi nem acabei. De tanto ser, só tenho alma. Quem tem alma não tem calma. Quem vê é só o que vê, Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo, Torno-me eles e não eu. Cada meu sonho ou desejo É do que nasce e não meu. Sou minha própria paisagem; Assisto à minha passagem, Diverso, móbil e só, Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo Como páginas, meu ser. O que sogue não prevendo, O que passou a esquecer. Noto à margem do que li O que julguei que senti. Releio e digo : "Fui eu ?" Deus sabe, porque o escreveu.

Fernando Pessoa

Canta onde nada existe
O rouxinol para seu bem (?),
Ouço-o, cismo, fico triste E a minha tristeza também (?)
Janela aberta, para onde
Campos de não haver são
O onde a dríade se esconde
Sem ser imaginação.
Quem me dera que a poesia
Fosse mais do que a escrever !
Canta agora a cotovia
Sem se lembrar de viver...



















Quem era eu sem voces na minha vida?
Como seria a minha vida sem voces? Nao seria nada, seria esteril e mundana, voces os 3 fazem a vida colorida e a enchem de risos e alegria.

Ver o mundo com voces e pelos vossos olhos, que maravilha!

Amo-vos












Novas Amigas aonde nao esperamos encontrar, um olhar antigo de quem se conhece noutra dimensao: servico, espiritualidad


Uma nova amiga: Nura

2 comments:

Dad said...

E uma velha amiga!

Beijinhos,

Dadinha

Anonymous said...

"é que hoje fiz um amigo e coisa mais preciosa no mundo não há"

Beijos,

J.